domingo, 18 de julho de 2010

O ex-namorado dela me deu uma 'porrada' de presente (uma foto)

Estava trabalhando duro aquele dia. Muito tenso pois o só faltavam algumas horas para vencer o prazo da licitação e eu ainda precisava terminar um relatório. Já estava de saco cheio há quase um mês nesta correria e acabei descuidando de Marta. Marta é minha esposa, tem 39 anos, um belo corpo com pele muito clara, cabelos castanhos claros e olhar meigo. Os seios são grandes, e já não eram tão empinados quando eu a conheci, pois ela amamentou por um bom tempo nas duas vezes que pariu, mas ainda tinham bicos lindos e que ficavam bem pontudos quando excitada. O fato de termos dois filhos contribuiu para que ela ficasse mais mulher e com formas mais opulentas. Sua bunda ficou particularmente deliciosa, como se fosse uma égua parideira. Eu diria que seu traseiro chega perto da perfeição e aquele belo raboé completado por um belo par de coxas grossas e brancas. Eu já havia gozado muito só de encoxar naquele bundão branco. Ela adorava empinar a anca e ficar rebolando no meu pau. Muitas vezes eu gozava em poucos minutos e ela desesperada para gozar, pedia para eu enfiar um consolo que tinha dado para ela de presente de casamento. Quando saia com ela sempre flagrava muita gente secando aquele rabão.

Eu sabia que Marta tinha uma tara especial. Ela antes de casar só havia namorado um cara. O Dudu. Eu até conheci o cara, pois ele era da mesma faculdade de Marta, onde muitas vezes ía para buscá-la. Eles ficaram juntos um tempão antes de eu começar a namorar Marta. Só que o Dudu conheceu uma coroa rica e acabou casando com ela, afinal ele era um garotão bonito, malhado e segundo Marta com uma qualidade muito particular, que acabou despertando uma nova tara em Marta... Ela sempre dizia que (além de bem dotado), o Dudu tinha um par de bagos de dar inveja a um touro e também disse, por entrelinhas que o cara gozava muito. Ela sempre ía soltando um pedacinho das histórias que ela teve com Dudu porque sabia que eu tinha tesão em ouvir elas. As vezes eu percebia que quando Marta não estava muito a fim de transar ela ficava me provocando com as histórias do seu ex namorado, e aí eu acabava gozando rapidinho livrando ela de usar a famosa desculpa da dor de cabeça. As vezes eu até pedia para ela contar as histórias com o Dudu, e eu nunca soube até que ponto as histórias eram verdadeiras ou ficção da cabeça dela. Ela preferia sempre contar as histórias que envolviam algo relacionado a fuidos seminais. Marta tinha um forte instinto maternal e acho que isso também tinha a ver com sua tara por porra!

Ela adorava beber, passar no corpo, ser completamente melada de porra e dizia que o Dudu era perfeito para isso. Engraçado que eu sempre achei que eu tivesse muita porra, pois chegava a ejacular duas a três colheres de sopa de caldo, mas mesmo assim, Marta dizia que era pouco, frente ao que saía do pau do Dudu!

Uma das histórias que me deu mais tesão, foi quando Marta contou certa vez que foram a um motel, num fim de semana e fizeram uma coisa bem diferente, segundo ela. Ela gostava de detalhar a história. Contava como tinha se arrumado, o que eles haviam jantado, as carícias que o Dudu fazia, os beijos e tudo mais. Chegando no motel, o Dudu disse que tinha uma surpresa para ela: não havia tocado no seu pau há uma semana. Ela sabia que o Dudu batia punheta todo dia para ela. Quando eles não conseguiam se encotrar para ir no motel ou transar no drive-in até no telefone ele gozava para ela, as vezes pela internet, outas sozinho mesmo e sempre relatava e até mesmo guardava a gala para mostrar depois... Ela adorava ser homenageada por ele, mas achou estranho uma semana sem ele falar nada sobre sexo ou masturbação. Mas tudo fazia parte do plano do seu ex.

Eu lembro que Marta quando contava as histórias ía se soltando, as vezes me chamava de corninho, de chifrudo, galhudo... Tudo meio brincando, mas eu acho que ela curtia este clima também. Ela gostava de se sentir poderosa, e continuava a sua história:

"Daí, quando a gente chegou no motel, ele mandou que eu ficasse pelada e me beijava toda, seu corninho. Ele tava todo vestido e eu sentia seu pinto duro na calça, que como você sabe é bemmmm maior que o seu...risos... E eu louca para saber quanto aquele pinto tinha acumulado de sêmen durante a semana, naqueles dois bagos gigantes. Depois ele tirou seu pau para fora e me colocou de joelhos para eu chupar. Começou me dando uma surra de pinto na cara e dizendo para eu chupar mais devagar pois não queria gozar na minha boca. E olha que minha carinha ficou vermelha de tanto castigo pois aquele pau sim dá vontade de sugar com força. E dizia que hoje eu não iria beber a porra direto do pau. Eu tava louca de curiosidade e perguntei como eu iria beber porra hoje, porque estava com tesão pelo leite dele. E o safado respondeu...do chão! Eu achei um negócio sem graça ele gozar no chão e eu ir lá e lamber como uma gatinha, mas ele explicou que o plano era outro. Que ele iria gozar na minha vagina, e depois o que caísse no chão eu iria ter que limpar. Eu fiquei louca de tesão com a ideia e cai na cama já na posição de frango assado escancarando minhas pernas para o meu namoradão. Ele arrancou sua roupa e veio pela frente e já foi escorregando o pau para dentro da minha bocetinha. Me fodeu gostoso porque eu tava completamente melada. Ele gozou rápido mas não tirou a pica. Eu continuei entalada nele e gemendo baixinho. Era uma delícia sentir aquela geba dentro de mim e o seu saco prensado nos meus grandes lábios. Percebi que aquilo deixou ele com tesão de novo e ele retomou os movimentos de foda. Depois de quase 30 minutos me bombando gozou de novo, e eu junto com ele. Aí ele mandou que eu me levantasse, segurasse no espaldar da cadeira de costas para ele e empinasse a bunda afastando bem as pernas. O esperma começou a pingar. Ficou um tempão escorrendo e pingando no chão. A hora que olhei para baixo não acreditei no que via: tinha uma poça enorme, do tamanho de um prato de comida. Ele nem precisou pedir, e eu fui logo de joelhos limpar todo aquele piso frio...! Como eu estava de quatro, lambendo o chão e com a bunda apontando para cima, ele começou a me dedilhar no clitóris e na boceta, e as vezes escorregava seus dedos na minha vagina ainda melada de porra até meter seu pintão novamente e me foder de quatro, fazendo eu gozar novamente, enquanto ele me chamava de vadia, puta, cadela, vaca bebedora de porra, e gozava pela terceira vez naquela noite."

Eu disse, com meu pau quase explodindo de tão duro, que não acreditava na história, e que se aquilo fosse possível eu mesmo limparia o chão. E ela me desafiou dizendo que um dia provaria para mim que era tudo verdade, provaria que é possível e ainda por cima faria de mim um corninho bem submisso!

Assim passaram-se meses e eu estava no escritório, muito tenso com a licitação, quando o telefone toca. Era a Marta dizendo que tinha uma surpresa. Eu olhando as planilhas no computador, dizia meio sem interresse...-"Fala amor...". E ela disse:-"O Dudu veio aqui hoje a tarde...te deixou uma coisa....vem logo".

Na hora entendi o recado e peguei as chaves do carro e saí correndo, dizendo que tinha uma emergência.

Chegando em casa, vi Marta deitada no sofá, vestida com uma calça e uma camiseta sem soutien. Ela estava com os cabelos despenteados e um ar de alegria incontida, me deu um beijo na boca e mandou sentar num pequeno sofá que ficava em frente a nossa mesa de madeira na sala de jantar. Ela foi caminhando de forma engraçada até a mesa, pois tentava andar sem abrir as pernas, e dizia que iria mostrar uma coisa para mim. Logo em seguida ela amarrou a camiseta nos seus seios fartos, como seu fosse um top, abaixou a calça preta e arriou a calcinha vermelha que eu havia dado para ela usar em nossas noites especias.

Eu olhava aquela bunda magistral e ela começou a afastar as pernas e rebolar. Eu olhei a calcinha no chão e só confirmei o que havia pensado pois ela estava completamente melada de porra. Ela dizia que o Dudu tinha passado lá, e ele estava muito carente pois a coroa dele não queira mais dar para ele há quase duas semanas e ela também estava por causa do meu excesso de trabalho. E continuo contando:-"Daí eu falei que ele poderia me comer, pois você é um corninho. Ele então sugeriu uma transa igual aquela do motel que te contei, só que desta vez eu iria deixar o meu corninho beber a porra, para ele nunca mais duvidar das coisas que a esposinha dele conta!"

Ao cair a primeira gota, fiquei com muito tesão e fui lamber, mas ela me recriminou e mandou eu voltar para o sofá. Daí começaram a cair mais gotas, e mais gotas. Não acabava mais de jorrar porra daquela bocetona. Eu nunca tinha visto nada igual na minha vida. Ela se virou e eu fui novamente chupar o chão só que desta vez ela mandou que eu chupasse a calcinha primeiro, e depois o chão. Fiz como ela mandou e estava tirando o pau parar punhetar e novamente ela mandou esperar. Depois que todo o chão estava limpo, eu estava de joelhos na sua frente e ela encaixou a boceta na minha cara, mandou eu chupá-la e autorizou que eu me masturbasse. Eu sentia o cheiro do pau do Dudu na boceta da minha esposa e imaginava que seus bagos gigantes deviam ter se esfregado muitas vezes nas coxas e boceta da minha esposa enqunato ele a fodia. Gozamos os dois frenteticamente, só que desta vez ainda tive que chupar a minha porra de castigo, que por sinal era em bem menor quantidade do que a que tinha sobrado da transa da Marta com o Dudu.

Eu perdi a licitação mas nunca mais duvidei das coisas que minha esposa conta.

Um comentário: