terça-feira, 22 de março de 2011

Conto Erótico - "Cornoval" (31 fotos)

Conto Erótico - "Cornoval"



Todo ano, no carnaval, eu passo com minha esposa Ana Júlia as quatro noites de carnaval dançando em vários clubes da cidade. Ela sempre coloca roupas provocantes e confesso que sentia certo tesão em ver minha esposa sendo azarado por diversos machos no baile.

















Ela sabe dançar como ninguém. Além de ter um belo par de seios e coxas que desembocavam em suas magníficas ancas, Aninha sempre exalava sensualidade quando se divertia no salão e acabava chamando atenção de machos e inveja das fêmeas.

















É lindo ver aquela mulher rebolando, querendo seduzir e ser seduzida no meio da orgia carnavalesca.



Apesar de ela saber que eu permitiria que ela avançasse o sinal, caso algum folião mais abusado quisesse aproveitar dela, eu nunca tinha visto nada demais, pois sentia que ela ainda era insegura em relação a um relacionamento mais aberto.




O que aconteceu este ano? Bem... No sábado de carnaval, eu fui comer uma feijoada, na casa de um amigo e acabei abusando do delicioso prato e tive um desarranjo intestinal.

















Ana ficou triste, pois pensava que eu não a deixaria passar a noite de carnaval sozinha no salão. Mas qual não foi a sua surpresa ao perceber que eu não só a deixaria ir, como a levaria até o salão. A volta ficaria a cargo dela, pois achava que não teria forças pra ir buscá-la de madrugada.




Ela ficou toda animada, e me piscou sorrindo de forma maliciosa. Eu senti a eminente presença de chifre e pude ver Ana entrar no salão semi nua, enquanto vários machos a secavam e entravam olhando para sua deliciosa bunda.
















Eu sabia que Ana era vidrada em um boquete e que se ela visse um pau de verdade na frente não resistiria e cairia de boca. Fiquei jogado no sofá da minha casa tomando suco e vendo televisão e preocupado se a coisa aconteceria ou não.






Confesso que às duas da manhã, enquanto assistia à transmissão dos principais bailes da cidade pela tevê, pude notar de relance que em um canto do salão, havia uma mulher, muito parecida com a Ana e que estava sendo bolinada por um desconhecido.



A cena se passou rapidamente, pois o que estava por vir, certamente não poderia ser mostrado na televisão em nenhum horário. Os dois já estavam praticamente em vias de consumir uma relação sexual no meio do salão para quem quisesse ver.

Meu coração disparou e um tesão estranho se apoderou de mim. Fique com aquela imagem na cabeça por vários minutos e quando percebi me peguei alisando meu pequeno membro por cima do shorts.















Engraçado que meu pênis, que já não era muito grande, não ficava completamente ereto, pois, a minha consciência emitia um alerta, lembrando que aquilo era imoral. Como uma mãe de família poderia fazer aquilo com um completo desconhecido num baile de carnaval? Mas eu continuava masturbando meu pequeno pênis flácido e cada vez mais me sentindo um verdadeiro corno com o tesão tomando conta do meu corpo.


Cada mulher que eu via na televisão, com toda a sua lascívia, e desejo despertos por aquela festa bacante, trazia à minha memória a lembrança da minha esposa. E eu entrava num ciclo vicioso de tesão e culpa.
















Até que em dado momento, imaginei a Ana transando no meio do salão com o mesmo desconhecido que a bolinara momentos antes e não me contive e acabei tendo um orgasmo prolongado com o meu pênis praticamente flácido que certamente não conseguiria realizar uma penetração. imaginei a boca de Ana cheia de porra e ela me obrigando a beijá-la.




Logo em seguida adormeci no sofá e ainda por cima sonhei com minha esposa em um baile de carnaval, cercada por estranhos e sentindo prazer com cada um deles, enquanto eu, num camarote com vista privilegiada assistia tudo, me masturbando completamente nu.


















Às seis horas da manhã, despertei ouvindo o barulho do chuveiro na suíte. Estranhei o fato de que a roupa suja de Ana não estava no lugar usual em que ela sempre a deixava. Nunca mais encontrei aquela roupa e depois quando eu a indagava, ela sempre se esquivava de dar alguma resposta objetiva.



Depois daquele carnaval, a minha relação com a Ana começou aos poucos a mudar. Ela parecia mais sensual e dominadora. E sempre que perguntava algo do baile ela respondia aos risos, que tinha sido ótimo e que se pudesse, filmaria tudo para eu poder ver.
















Aquela cena na televisão me rendeu várias punhetas e agora, todas as vezes que transamos, ela gosta de ser chamada pelo seu apelido íntimo, que acabei criando, de ‘puta do salão’.



O que houve de verdade naquele baile eu nunca vou saber, mas com certeza a história não parou na bolinação dos seus seios por um desconhecido. Na verdade aquilo foi o início de tudo o que estaria por vir.





3 comentários:

  1. O carnaval é tudo de bom!!
    Pricipalmente pela falta de roupa de nossas
    esposas !!

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  2. Na verdade, no carnaval nossas esposas podem se vestir como nós adoramos e todos acham normal. E no espírito de carnaval "aceitamos" que os caras passem a mão, deem umas cantadas, ou até uns amassos escondidinho. Claro que gostamos, mas fazemos de conta que é só pelo carnaval.

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