domingo, 7 de agosto de 2011

REVISTA INFIEL n.2 (51 fotos e 1 video)

REVISTA INFIEL No. 2


E lá vamos nós para o segundo número da revista INFIEL. Uma revista eletrônica, exclusiva do paraisodoscorninhos.blogspot.com e que vai ser leitura obrigatória para todos aqueles que estão querendo colocar ou levar um par de chifres na testa. Todos os comentários e sugestões serão bem vindos e podem ser colocados diretamente neste post ou aí do lado na caixa de mensagens. Para ler a revista inteira, basta clicar com o mouse em "Mais informações" logo abaixo da capa da revista.
Bom divertimento!






EDITORIAL


Para aqueles que aguardavam ansiosamente. Lá vamos nós para a nossa publicação mensal, destinada aos cornos, comedores e esposas safadas. A revista INFIEL deste mês vem recheada de novidades e atendendo ao pedido dos leitores, tem também um video quentíssimo de um casal onde ambos adoram mamar uma rola. O tema central da revista é a praia e tudo que está associado ao estilo de vida liberal e aos maridos cornos. Além do conto erótico, temos um depoimento de uma esposinha muito tarada, dica para maridos pouco dotados, uma HQ erótica com os Piratas do Caribe e muito mais.


Divirtam-se.





CONTO ERÓTICO - Virei Corno na Praia

Bom, tudo começou quando fui passar umas férias com minha namorada, foi difícil de convencer os pais dela, mas deu tudo certo, eu estava com 23 anos e ela 19, nós fomos passar umas férias no Guarujá e foi lá que eu descobri que o meu trauma de infância (do qual eu não quero falar) me impede de reagir em muitos casos e isso me tornou um corno manso! A minha namorada, também não pretendo falar o nome dela. Ela não aparenta ter somente 19 anos, tem um corpo fenomenal, bumbum redondinho, seios grandes e durinhos, 1,70m, uma verdadeira gata loira de olhos azuis! Ficamos em um hotel na frente da praia, estávamos saindo do quarto, eu de short e ela de biquíni. Um biquíni azul curtíssimo, no corredor do nosso andar fomos parados por dois caras que nos convidaram para uma festa no salão de festas, seria hoje de noite, concordamos e fomos embora, eu olhei pra trás e lá estavam os dois cochichando e olhando a bunda dela! Estávamos no elevador, eu estava do lado dela e tinha um cara de uns quarenta e poucos anos atrás dela, pude ver que ele estava com a mão cada vez mais perto dela, até que ele a colocou na bunda dela. Ela abaixou a cabeça morrendo de medo e vergonha das outras pessoas do elevador, eu pude ver que ele passava a mão na bunda toda dela, até que colocou a outra mão e começou a dar leves apertões, então ele segurou ela um pouco pra baixo da cintura e começou a se encostar nela, no seu short já dava pra ver que ele estava de pinto duro, dai ele encostou nela e apertou bem firme a bunda dela contra seu pau, eu fingia que nao estava vendo nada, e para completar a demora, pois o apartamento que estávamos já era no 15o. andar, aquele elevador estava com problemas, parava em todos os andares e ficava um tempinho parado no andar, só depois ele descia, para fazer a mesma coisa no próximo andar, era bem mais rápido ir de escada! Isso só aumentava meu sofrimento, ele já fazia movimentos de vai e vem, foi quando ele parou, eu pensei que tinha acabado, mas ele enfiou a mão por dentro do biquíni dela e começou a apertar a bunda dela, então ele pôs a mao na bucetinha dela, ela deu até um pulinho de susto, aí ele parou, eu pensei que dessa vez tinha acabado, mas nao, ele me surpreendeu, abriu o zíper do short e colocou o pau que parecia uma pedra pra fora, eu tenho que confessar, era um pau grande e muito bonito, ele ficava encoxando ela, até que ele pegou o biquíni dela com a mao esquerda e puxou de lado, revelando sua bunda, mas nao a sua buceta, entao ele encostou o pau no cuzinho dela e foi tentando enfiar, com a mão direita ele puxava ela contra o seu pau, nitidamente nao dava para enfiar, mas ele ficava ali com a cabeça do pau no cuzinho dela, mas 'felizmente' logo o elevador chegou no térreo com várias reclamações das outras pessoas e ela saiu rápido arrumando o biquíni!
Ela não falou nada, achava que eu não tinha visto nada, estava nitidamente assustada mas tentava disfarçar, chegamos na praia e logo todos os homens já estavam de olho nela, ela se deitou para tomar sol e eu sentei debaixo do guarda-sol e fiquei lendo uma revista. Tres caras estavam na frente jogando disco e toda hora o disco deles vinha parar perto de nós, aí um deles vinha buscar e quase comia a minha namorada com os olhos, eu comi um camarão que nao me fez bem, ela me chamou para ir para a água, mas eu expliquei que não estava bem, e ia ficar um tempinho sentado, ela foi, e logo os caras que estavam jogando disco foram atrás e entraram na água também, logo pararam do lado dela e ficaram conversando com ela, então eu vi que na mesma reta deles tinha um barquinho amarrado por uma corda que vinha até a praia, o barco estava a uns 2 metros deles, eu fui até lá bem escondido e fiquei atrás do barco, olhando e escutando eles, a cada onda que vinha, um deles ou metia a mão na bunda dela ou encoxava nela, eles começaram a esquentar a conversa, e não acreditavam que ela tinha só 19 anos, começaram a perguntar se ela tinha vergonha de fazer top-less, ela disse que tinha um pouco, mas eles insistiam para que ela mostrasse alguma coisa pra eles, aí um deles disse: - Mostra alguma coisa pra gente, faz o seguinte, agente mostra e aí voce mostra! Então ele abaixou o calção, mas ela disse: - Não dá pra ver nada por causa da água! Aí ele pegou a mão dela e pôs no pau dele e disse: - Mas dá para voce sentir! Os outros dois fizeram a mesma coisa e ele disse: - Pronto, agora é a sua vez de mostrar alguma coisa pra gente. Com muito medo, ela levantou o biquíni mostrando seus seios, eles deliraram, eles queriam por a mão, mas ela logo saiu dali, eu voltei bem rápido para chegar antes dela.
Ela chegou normalmente, como sempre sem dizer nada, só dizendo que a água estava muito fria, então ela se deitou na esteira para tomar sol, aí um casal sentou no guarda-sol do lado, só pude notar que tinham uns quarenta e tantos anos, mas assim que olhei para a cara do homem eu fiquei branco e quase morri quando percebi que era o cara do elevador, a mulher dele se deitou para tomar sol e ele se sentou na cadeira e ficou entre a sua esposa e minha namorada, logo ele começou a puxar conversa, já que a sua mulher estava de walkman e nem se ligava, e o pior é que minha namorada não viu o rosto dele no elevador, por isso ela conversava com ele normalmente, aí ela me apresentou pra ele e o cara me cumprimentou olhando e rindo da minha cara! Ele logo perguntou se íamos a festa do biquíni que iria ter no hotel essa noite, então minha namorada logo disse que iríamos, nessa festa, as meninas tinham que ir de biquíni e os homens de short ou sunga!
Ficamos a tarde toda na praia, o sol começou a sumir e fomos embora, tomamos um banho no quarto do hotel e fomos para a festa com a mesma roupa que estávamos, eu de short e ela com aquele biquíni azul curtíssimo que fica parte enfiado na bunda dela, mostrando muita coisa, e na parte de cima, aqueles triângulos tampando o necessário, muito sexy! Chegamos no salão de festas, tava uma agitação, parecendo uma boate, ficamos um tempo deslocados lá, mas logo ela se enturmou com outras garotas e foram para um canto e ficaram conversando, uns caras chegaram em mim e ficamos conversando também . Eu dei um tempo com os caras e fui procurar minha namorada, só achei as meninas que estavam falando com ela, quando voltei onde eu estava, os caras já não estavam mais lá! Fiquei meio perdido, sem entender muita coisa, eu pensei que ela poderia ter ido pro quarto fazer ou pegar alguma coisa. Eu estava indo até o quarto e lá no mezanino tinha uma sala que ainda estava em construção, eu estranhei porque tinha um segurança do hotel na porta, achei aquilo muito estranho, então eu dei a volta, subi em uns tijolos para tentar ver por um buraco na parede, quando vi eu nem acreditei. Não podia acreditar no que eu estava vendo, era minha namorada pelada sendo fudida pelos quatro caras que estavam conversando comigo, ela estava deitada em cima de um que metia na sua buceta , os outros ficavam batendo punheta em volta, logo um deles enfiou o pau na boca dela, ela agarrou o pau e começou a chupar, logo os caras gozaram nela, aí os outros dois fizeram a mesma coisa. Depois, um deles colocou ela de quatro e começou a tentar meter no cuzinho dela, ele só conseguiu enfiar um pouco mais que a cabeça, mas nao agüentou muito tempo e gozou nela. De alguma maneira os funcionários do hotel ficaram sabendo daquilo, pois cada hora aparecia um funcionário. Primeiro veio o porteiro e meteu nela, depois o cara da recepção e por ultimo alguns faxineiros, depois de todos terem comido ela, ela estava toda gozada, pegaram uma mangueira e lavaram ela todinha. O gerente do hotel apareceu, ele era um gordo meio nojento. Chegou e já tirou a roupa, deitou minha namorada no chão, ficou em cima dela e começou a apalpar seus seios com forca, aí ele começou a chupar e lamber com muita vontade, depois ele se ajoelhou em cima dela com as pernas uma de cada lado, colocou o pau no meio das tetas dela e disse: - Paga uma espanhola pra mim agora! Ela logo obedeceu, apertou os seios contra o pau dele, aí ele ficava indo e vindo com pau, como se estivesse fudendo ela, nao demorou muito e ele logo gozou nas tetas dela. Ele abriu as pernas dela, quando ia meter o pau na buceta dela, o segurança apareceu chamando o gerente porque estava tendo uma confusão na festa, o gerente nervoso colocou a roupa e foi lá, os outros também foram embora, aí ela colocou o biquíni e estava saindo quando na porta deu de frente com o segurança, ele levantou a parte de cima do biquíni dela e começou a apertar e chupar os seios dela, ele apertava a bunda dela e puxava ela contra ele e ficava chupando os seios dela, até que alguém gritou o nome dele lá da festa e ele foi correndo.
Minha namorada arrumou o biquíni o foi saindo, foi pro quarto e logo depois eu fui também, ela conversava comigo normalmente, dormimos e no dia seguinte logo de manhã ela me pediu para ir comprar uma coisa no supermercado ali perto, eu fui, fiquei um bom tempo lá pois tinha muita gente, quando voltei, assim que entrei no quarto, lá estava minha namorada pelada na cama e o cara do elevador estava lá comendo ela, eles me viram ali, mas nem ligaram, ele ainda olhou pra mim e deu risada, continuou metendo nela com muita força, virou ela, apertou a bunda dela com as mãos e começou a meter o pau no cu dela, tava muito difícil, aí ele disse: - Eu vou fuder esse cuzinho aqui, eu já tentei meter no elevador e agora eu vou conseguir! Ela fez uma cara de espanto e disse: - Nossa, entao era você? Bem que eu estava reconhecendo esse pau delicioso!
Com muito sofrimento ele foi metendo na bundinha dela até que ele conseguiu e enfiou tudo, ela gritou e gemeu muito, ele ficou metendo nela e logo gozou, mas não parou não, continuou metendo e gozou mais umas duas vezes na bunda dela, aí ele dizia: - Que maravilha, sua namorada é muito gostosa, vou meter nela todo dia ! Mas que pena que daqui 2 dias eu vou embora, mas vou meter nela sempre que puder!
Nessa hora o celular do homem tocou, parecia ser a esposa dele procurando por ele. Ele se trocou e minha namorada foi tomar banho, passando por mim ele apertou a minha bunda e perguntou: - Quando é que eu vou meter nessa bundinha gostosa hein? Eu fiquei quieto, ele colocou o pau pra fora e disse: - Vai, dá uma chupadinha no meu pau, eu sei que voce quer, vai logo aproveita!
Tenho que confessar, eu estava loco pra sentir aquele pau maravilhoso, mas eu me segurei, abri a porta e mandei ele pra fora!
Passado um tempo, ela já havia se trocado, uma blusinha bem colada sem sutiã e um shortinho muito curto, até que alguém bateu na porta, fui abrir e era um garoto de uns 18 anos procurando por minha namorada, ela logo viu ele e chamou, ele entrou no quarto e disse que veio cobrar a aposta, então ela disse: - É verdade, eu perdi a aposta que fiz com voce, tudo bem vou pagar!
Ela abaixou de uma vez o short e a cueca do garoto que ficou muito assustado e tentou levantar o short, mas ela não deixava, ele estava assustado e nao entendia como ela podia fazer aquilo comigo ali do lado, mas logo ela pegou no pau dele, que não era muito grande, mas logo começou a ficar duro, assim que ficou duro ela se ajoelhou na frente dele e começou a chupar, enfiava todo o pau dele na boca, logo ele gozou, entao ele queria meter nela também! Mas ela disse que aquilo seria em outra ocasião. Ela saiu do quarto, eu nem quis ir atrás, fiquei vendo tv no quarto, até que a porta se abriu e o cara do elevador entrou no quarto, pude ver que ele tinha uma cópia da chave, ele disse: - Cade a sua namorada? Quero fuder ela agora!
Aí eu disse: - Ela nao está, saiu!
Ele ficou me olhando, eu estava deitado na cama, ele chegou do meu lado, abaixou o short, o pau dele estava bem duro. Não precisou falar nada, eu agarrei o pau dele e comecei a bater uma punheta pra ele, entao ele se deitou na cama e mandou eu chupar, aí eu comecei a chupar o pau dele, ele disse que queria gozar na minha bunda, mas eu disse que não ia dar a bunda pra ele não. Ele arrancou meu short, me virou a força e tentava enfiar o pau no meu cu, eu tentava sair, mas ele era bem mais forte, eu já estava sentindo o pau dele entrar no meu cu, quando ele ia enfiar mais, ele olhou no relógio, tirou a cabeça do pau da minha bunda, se trocou correndo todo apavorado e foi embora!
Eu me troquei e desci até o salão de jogos, e lá estava minha namorada jogando sinuca com uns caras, e um deles ficava encostado atrás dela e segurando taco dela, como se estivesse ensinando ela a jogar, e quando ele batia na bola, ele encoxava ela, eu ficava só observando, todos davam um jeito de passar por traz dela e encoxar nela ou passar a mão na bunda dela. Todos já estavam de pau duro, mas parece que as namoradas dos caras chegaram e ela saiu dali, ela ficou olhando a piscina. Não tinha ninguém, pois já estava ficando escuro, se bem que ali era bem iluminado, com luzes até dentro da piscina. Ela foi até o elevador, com certeza para colocar um biquíni, eu fui seguindo ela a uma certa distancia, ela parou na frente do elevador e do lado dela, estava um senhor de uns 50 e tantos anos. Ele não parava de olhar pra bunda dela, e depois ele ficava olhando os seios dela, ela olhou pra ele e disse: - O que o senhor está olhando? O senhor é bem assanhado hein!
Ele meio assustado nao falava nada, e ela disse: - Ah ! Já sei! O senhor quer passar a mão em mim não é? Dá a sua mão aqui!
Ela pegou a mão direita dele e colocou no seio dela! Ele fez uma cara de espanto, sem acreditar, aí ela pegou a outra mao dele e colocou no outro seio dela! Ele parecia que ia ter um troço, ainda assustado, ele começava a dar apalpadas! Os dois elevadores chegaram juntos, eles entraram em um, mas ele não tirava as maos dos seios dela, a porta se fechou e eu logo entrei no outro. Quando o elevador chegou no andar do nosso quarto, eu saí e vi que ela estava dando uma olhadinha na janela do corredor para ver a piscina, e o senhor estava apertando a bunda dela. Eu fui em silencio até o quarto, fiquei na sacada escondido, os dois entraram no quarto, ela logo tirou a roupa, ele quase desmaiou, ele tirou a roupa também, mesmo com a idade, ele estava de pau duro, ela se ajoelhou na frente dele e começou a chupar o pau dele, ele chegava a tremer. Eles foram pra cama e ficaram metendo muito, eu nem tentei aparecer, se não com certeza o senhor morreria de susto, ele só não conseguia gozar. Foi embora meio tonto, eu apareci, e ela foi pro banheiro pegar o biquíni, nesse momento, o cara do elevador entra no quarto e ve ela no banheiro, toda nua, ele tira a roupa e empurra ela pro chuveiro, eles ficaram tomando banho juntos por uma meia hora, eu só ouvia os gemidos dela. Ele se trocou e foi embora olhando pra mim e rindo da minha cara!
Ela colocou o biquíni, e foi até a piscina. Ficou uns 5 minutos sozinha lá, logo apareceu um cara de uns 26 anos. Eles começaram a conversar e ela disse que estava com vontade de fazer topless e tirou a parte de cima do biquíni, o rapaz nao demorou muito e logo fez a festa, em menos de 30 minutos a piscina estava cheia de homens querendo dar uma apalpada e umas chupadas nos seios dela! Se ali fosse um lugar fechado, com certeza teria virado uma suruba! Mas ela chamou os 5 caras que estavam com ela na piscina pra ir no quarto, eu subi na frente e fiquei na sacada, logo todos chegaram, os gemidos e gritos começaram logo, quando fui olhar, ela estava deitada em cima de um cara que metia na buceta dela, tinha outro em cima dela metendo no cuzinho dela, ela estava chupando o pau de um deles e batia punheta para os outros dois, estava como uma puta mesmo! Todos revezaram as posiçoes e depois foram embora!


HQ ERÓTICA - Piratas do Caribe


















ATITUDE - Não Passo Vergonha na Praia de Nudismo


Vocês chegaram à tão sonhada praia de naturismo. Daquele ponto em diante, roupas não são permitidas. Se você tiver um peitinho pequenininho, não tem problema nenhum, pois mesmo assim, ainda vai ter um monte de macho te querendo. Mas... e se o problema for o tamanho ridículo do pênis do seu marido? Você vai passar vergonha?


Você que finalmente topou ir a praia de nudismo, não vai ficar passando vergonha e se escondendo só por causa do seu maridinho, né?


Você precisa ir a luta e se abrir toda para as novas possibilidades. Não é por causa daquele pauzinho pequeno do seu marido, que você vai deixar de mostrar aquele corpinho lindo e aquela bocetinha depiladinha para todo mundo.


Explique para seu marido, que tem dia que é melhor nem sair de casa. Neste caso, aconselhe seu marido a ficar no hotel, pois pode não ser um bom dia para se ir numa praia de naturismo e se deparar com a seguinte cena.



Nunca deixe de impor suas próprias regras na praia, para não correr o risco de passar vergonha.




Se a coisa fugir do seu controle, tente dar uma escapadinha e aproveite para dar outras coisas também. Uma hora, seu marido que não consegue achar o próprio pauzinho, acaba encontrando você.


O melhor caminho é sempre a negociação. Mulheres são especialista nisso. Sempre tem algo a oferecer em troca. Já seus maridos mal dotados...


Sempre apele para o bom senso, para não passar vergonha. É melhor fazer ele andar com aquele sunga horrorosa que sair por aí mostrando aquele pipizinho de criança.



Você pode fazer uso de óculos escuros, assim além de ficar observando o que é um pau de verdade, ainda consegue passar disfarçada no caso de encontrar algum conhecido.


Outra saida é mandar ele fazer mergulho. Assim é possível esconder o piruzinho dele debaixo da água.


Pede para ele tirar umas fotos, assim quem sabe ele cai na real na hora que ver o pauzinho dele na tela do computador.



Você pode também fazer novas amizades e desabafar com seu novo amigo os seus problemas do casamento.



Mostre para o seu marido, que sempre tem alguém que quer muito ajudar a resolver seus problemas familiares.




Quando for tomar sol, escolha o cara mais bem dotado da praia, e vire o bundão para lado dele. O cara vai se deliciar imaginando que aquela bunda merece uma pau bem maior do que o do seu maridinho ao lado.



Outra forma de não passar vergonha é arrumar um macho para jogar frescobol. Mas cuidado na hora de apanhar o disco. Você pode receber uma coisa bem maior do que está acostumada.


Mas se tudo isso ainda não der certo, o melhor mesmo é sair de fininho e ir fazer uma caminhada no meio do mato, para ninguém ver o seu marido.



***




VIDEO - Meu Marido Também Adora Mamar um Cacete

video



DEPOIMENTO - Ele Me Deixa Molhada com Suas Fantasias

Felipe garantia que, no lugar de acanhada, eu ficaria excitada. Nunca tinha ouvido falar em wife sharing, mas a expressão surgiu na minha vida durante uma noite de queijos e vinhos com Felipe, meu marido. É uma nova denominação para uma velha fantasia: enquanto a mulher transa com algum cara, o fiel esposo assiste a tudo no mesmo quarto. Bizarro? Pois foi o que pensei quando o Fê me perguntou se eu aceitaria ser "emprestada" a outro. Fiquei perplexa: como assim fazer sexo na frente do homem cujo nome está gravado na minha aliança?
Estávamos juntos havia quatro anos - dois deles sob o mesmo teto - e nunca esperei ouvir uma proposta dessas. A gente se conheceu ainda na adolescência. Aos 18 anos, Felipe era o melhor partido da cidade: lindo, esportista, herdeiro de uma fortuna... e o maior galinha da paróquia! Já tinha ficado com todas as minhas amigas quando esbarramos em uma festa. Eu tinha 14 anos e, confesso, fiquei impressionada com seu interesse por mim. Mas também era bastante esperta para saber que seria apenas mais uma figurinha na coleção do rapaz. Dispensei a cantada e saí incólume - pelo menos daquela vez. Pouco tempo depois, fiquei sabendo que ele viajara para estudar engenharia na Europa. Terminei o 2º grau, mudei de cidade para cursar arquitetura, curti muito a vida e só retornei a Florianópolis, onde moramos, aos 28 anos. Àquela altura, ele também já tinha voltado do exterior, assumido os negócios do pai e virado um homem - e que homem!
Nos encontramos num bar por acaso. Não o reconheci, mas o dito-cujo se lembrava perfeitamente de mim e até do fora que levou! Nossa conversa durou apenas dois minutos, o suficiente para eu não tirá-lo da cabeça. Quando nos reencontramos, grudamos - e não nos largamos mais. Com o Felipe, minha vida ficou completa. Desde a primeira vez o sexo foi incrível, e, parece mentira, só melhorou com o passar dos anos. Depois dele, eu, que nunca tinha sido fiel a nenhum namorado, não conseguia mais olhar para o lado. Não faltava nada em nossa vida - pelo menos era o que eu achava até aquele jantar.
Depois de esvaziarmos duas garrafas de vinho, ele me apareceu com esta: "Você já ouviu falar de wife sharing?" Não, eu não fazia ideia do que seria, e o nome (algo como "compartilhamento de esposa") me soava esquisito. Pedi, então, que me explicasse. "É aquela fantasia do marido de ver a mulher fazendo sexo com outro homem", respondeu ele. "Fico louco de tesão só de imaginar você transando com um estranho na minha frente", completou.Como estávamos um tanto quanto embriagados, o susto virou piada. "Você está louco?!", perguntei. "Que coisa bizarra!".
Felipe explicou que ninguém o excitava como eu, mas que, de tanto ver como impressiono os homens na rua, começou a pensar a respeito. Minha reação imediata foi dizer um redondíssimo não. Primeiro: não queria transar com mais ninguém. Segundo: mesmo se desejasse, não faria isso com meu casamento, que era bom demais para por em risco. Terceiro: eu não sabia se conseguiria transar com meu marido olhando.
Felipe garantia que, no lugar de acanhada, eu ficaria excitada. "Escolheremos o homem certo, bom de cama e discreto", dizia para me convencer. "Você faz com ele tudo o que tiver vontade. Depois vamos para casa e nunca mais vemos o cara", disse.
"E você?", perguntei. "Quero saber como minha mulherzinha transa com outros homens, ver o prazer que dá e sente", repetia o danado, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Transamos aquela noite com ele aos sussurros no meu ouvido, descrevendo o que os outros amantes fariam comigo e como eu me comportaria. Nos dias que se seguiram, voltamos à rotina. Meu marido, espertinho, sabe que o melhor jeito de me convencer é não insistir. Apesar disso, comecei a olhar para outros homens e imaginá-los na cama, ao mesmo tempo que me apavorava só de imaginar como morreria de culpa no dia seguinte. Uma semana depois, ele trouxe o assunto à tona e perguntou se eu pensara nele. Respondi com honestidade e acrescentei que a resposta era não. Imagine arriscar nosso casamento por uma fantasia, por mais excitante que fosse! Então, chegamos a um acordo: a ideia poderia surgir nas nossas conversas na cama, mas não sairia de lá. Assim foi, até que o Fê mandou um e-mail, no meio do trabalho, com o link de um site especializado em wife sharing. Havia milhares de pessoas cadastradas. Homens oferecendo as esposas, mulheres procurando homens para satisfazê-las diante do marido, caras simplesmente a fim de transar... Fotos inimagináveis e o perfil dos interessados eram anexadas às ofertas, como nos classificados de um jornal virtual. Pode parecer estranho, mas ver aquilo me aliviou - não éramos o único casal no mundo a falar sobre essa loucura.
O Felipe então propôs levar um pouco mais longe o nosso acordo: e se nos inscrevêssemos, só para ver o que aconteceria. Assim, poderíamos também participar dos chats e seria excitante. Resisti um pouco, mas a verdade é que estava doida de curiosidade. Naquela noite mesmo entramos na internet e preenchemos a ficha, com direito a fotos minhas sem roupa (o rosto, lógico, não apareceu). Foram poucos minutos até sermos inundados por convites de outros internautas, todos interessados em transar comigo. Eles queriam saber quais eram as minhas posições preferidas e prometiam realizar cada um dos meus desejos.
Por dois meses entramos no site noite sim, noite não. Estar incógnita e ser desejada por tantos amantes tinha mesmo um poder afrodisíaco. Não era tudo perfeito, claro: a maioria dos caras está ali apenas para se excitar. Só falam palavrões, são grosseiros, querem ir direto ao ponto, cometem erros de português desanimadores, mandam fotos pavorosas. Também há pérolas, claro. Em oito semanas, fiz sexo virtual com uns 50 homens, sempre com o Fê do lado, se deliciando com a minha safadeza, dando sugestões para eu deixar os sujeitos do outro lado loucos de vontade de me devorar. Com alguns deles os "encontros" eram mais frequentes. Pareciam homens interessantes de verdade, com quem a conversa poderia incluir algo além de sexo. Desligávamos o computador com tanto tesão que a fantasia evoluiu. Formulamos as regras: encontraríamos os "eleitos" em outra cidade, em lugares públicos. Conversaríamos antes e, só depois de aprovarmos a pessoa, seguiríamos juntos para o motel. A qualquer momento, eu poderia mudar de idéia. E nunca mais, em hipótese alguma, voltaríamos a ver o homem em questão.
Marcamos o primeiro encontro em um bar de São Paulo, a centenas de quilômetros da nossa casa. Tarso, como ele se apresentava, chegou com alguns minutos de atraso. Piloto de helicóptero, divorciado, 37 anos, moreno, sarado, alto, cabelo raspado, olhos verdes, queixo quadrado, cara de homem com H maiúsculo - o sujeito era mesmo um pedaço de mau caminho.
Admito que os primeiros minutos de conversa são esquisitos - todo mundo sabe o que foi fazer ali, mas finge que não tem ideia. Tomei a iniciativa de perguntar como ele entrou na onda. Tarso contou que sempre teve verdadeira tara por mulheres casadas e já praticava wife sharing havia anos. Conhecia muito bem as regras e aceitaria as nossas. Conversamos sobre assuntos banais, mas era difícil disfarçar a excitação. Sacando o clima, ele pediu licença, momento em que eu e Felipe dissemos sim um para o outro. Na volta, Tarso sentou do meu lado e me beijou. Enfiou a mão por baixo do vestido e levou a minha até sua braguilha. Abri os olhos algumas vezes e vi o Fê excitadíssimo, tentando acompanhar o que acontecia sob a mesa. Desencanei de vez e deixei rolar. Por pouco não transamos ali mesmo. Quando ficou indisfarçável, fomos para o motel. O Felipe na frente, dirigindo; eu atrás, com Tarso. Ele tirou meu vestido, beijou meus seios, abriu a calça... Enquanto isso, o Fê observava pelo retrovisor. Na suíte, fomos direto para a cama. Nem precisamos de preliminares. Transamos por uma hora antes de desmaiarmos de tanto chegar ao clímax. Meu marido? Sentado na cadeira ao lado da cama, assistiu a tudo e fez sexo solo. Enquanto transávamos, Tarso fazia comentários para ele. "Nossa, como a sua mulher é gostosa..." Olhei muitas vezes para o Fê, em busca de aprovação - e também para provocá-lo. Ele devolvia o olhar cheio de paixão. Só quem experimenta consegue entender esse tipo de sintonia. Tarso e eu transamos outras três vezes aquela noite. Longas sessões de sexo oral, praticamente metade das posições do Kama Sutra e até o mais íntimo dos sexos, o anal. Sempre de camisinha, claro. Perdi a conta de quantas vezes fui aos céus, a ponto de gritar - na maioria das vezes sou bem contida. O Felipe só assistiu e, em alguns momentos, manteve o rosto a alguns centímetros de nós, como se fosse um cientista estudando pela primeira vez aquele encaixe fabuloso. Parecia nem piscar. Saímos de lá direto para o nosso hotel. Meu amante, não tenho uma palavra melhor para chamá-lo, ficou no caminho, sem despedidas nem promessas de reencontro.
Nas 24 horas seguintes, Felipe e eu transamos sem parar. Nunca o vi tão excitado. Foi diferente de todas as nossas transas. Ele tentava se superar e ser ainda melhor que o homem que me teve horas antes. Conseguiu. Havia amor, paixão, desejo e intimidade em doses sobrenaturais. Terminamos com muitos "Eu te amo".
Nos meses seguintes, nem sequer entramos no site. Não precisávamos - aquela noite foi inesquecível e serviu de combustível por muito tempo. Até que o Fê sugeriu nova investida. Escolhemos outro dos nossos preferidos e marcamos a data, numa cidade diferente. Dessa vez, porém, não rolou: o cara não me atraiu e saímos do bar sozinhos. Um mês depois, encontramos o terceiro da lista: Gustavo, quarentão, com o maior equipamento que já vi na vida. Passamos uma noite ainda mais intensa. Ele não se cansava nunca e gastamos metade do estoque de camisinhas do motel.
Faz dois anos que começamos esse jogo. Já transei com oito amantes na frente do Felipe. Dei sorte de escolher bem: todos ótimos na cama, realizaram meus desejos, me encheram de elogios. Nunca reencontramos nenhum deles. Poderíamos parar agora, e tenho certeza de que nossa vida sexual continuaria maravilhosa. Pode parecer estranho, mas o Fê permanece ciumentíssimo em outras ocasiões. Por exemplo, ele odeia todos os meus ex-namorados. Não sei exatamente qual é o efeito psicológico de realizar essa fantasia. Entre nós, funciona assim: ao me ver desejada por outros, o Felipe se sente mais viril por ser o verdadeiro "dono". E, diante dos meus gemidos com a concorrência, capricha para não perder o posto de número 1. Além disso, a aprovação desses homens faz com que ele se reapaixone por mim - como se revisitasse as minhas qualidades através do olhar alheio. Apesar de tudo isso, por mais prazer que eu sinta com outros, eles só me ajudam a enxergar quanto meu marido é incrível - e realmente o único para mim.
* Os nomes foram trocados para preserva a identidade da entrevistada.



O QUE FAZER SE SEU MARIDO NÃO É BEM DOTADO

Essa é a grande discussão de homens e mulheres, quando se fala em sexo. Será que sou bem dotado?


Não adianta vir com explicações hipotéticas, quando a questão é o tamanho do membro. Análises científicas, do cumprimento, grossura e rigidez do membro não valem nada na hora da cama.


Como não existe, até hoje, nenhum aparelho que possa medir o tesão em um mulher, é difícil avaliar até que ponto realmente o tamanho do mastro interfere no prazer dela. Mas não precisa fazer muito esforço para sacar que pegar num membro pequenino e murcho, não é a mesma coisa que ter um mastro gigantesco e duro na hora da transa.


O falo acaba se tornando uma prova de amor e virilidade para a mulher que quer se sentir desejada. Na hora de escolher, ela vai optar pelo maior e vai se sentir agradecida.


Mas, e agora? Você já está casada, com o homem que você ama. Nem te passava pela cabeça que existem tamanhos e TAMANHOS de pênis, uma vez que naquela época que você casou, nem internet tinha, e você era toda certinha. Só viu uma vez um cara mijando na rua de madrugada e achou que aquilo era exceção. A primeira coisa que você deve ter em mente é que existe sim, membros gigantescos, que chegam até 30 centímetros. É claro que estes são mais raros, mas eles existem e você merece o melhor. Não pense que aquela coisinha pequena que seu marido tem é a média. Não se iluda.


Primeiro passo: Aceitação
A primeria coisa a ser feita é aceitar a sua inferioridade. Ele deve saber que o que ele tem no meio das pernas não é nenhuma maravilha, e por isso deve se colocar no seu devido lugar. Se ele ainda não tem consciência disso, é hora de você mostrar isso para ele.



Uma vez que ele viu que realmente existem membros bem superiores ao dele, você pode começar usando um brinquedo erótico, que até certo ponto pode suprir aquele 'vazio' que ainda existe dentro de você.

Se mesmo assim você ainda não se sentir satisfeita, é hora de arrumar um amante, e nesse caso, o corninho pode ser útil para várias coisas como por exemplo...

Lubrificar o pau do seu amante
Seu corninho pode lubrificar o pau do seu amante para que ele entre facilmente em sua vagina ou ânus.



Facilitar a entrada do membro
Que tal ele dar uma mãozinha na hora da penetração e abrir bem a sua bundinha para facilitar as coisas?


Filmar e Fografar
Tem muito corno com vocação a diretor de filme pornô. Ai é só escolher os melhores ângulos e caprichar na filmagem da sua atriz preferida. Não se esqueça de colocar muita luz, e gemer bastante nas horas quentes.


Corno puxa-saco chupa saco
Se o pau do seu amante for muito grande, nunca se esqueça que na hora de chupar você pode ter uma ajudinha do marido. Um cuida do pênis e outro das bolas, ou vice-versa.


Lugar de pintinho é na gaiola
Se o seu corno insistir que dá conta do recado, mesmo com aquela piroquinha minúscula, o jeito é engaiolar, assim ele vai perceber qual é o lugar dele.


Dar uma mãozinha
Não requer treino e nem tão pouco habilidade. É só pegar no mastro do comedor e meter na bocetinha da sua esposa. Precisa mais explicação?



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7 comentários:

  1. Buenisimo sigue asi con la publicacion.Felicidades

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  2. Parabens, a revista tá ótimaaaa!
    Gostámos muuuuuutio da HQ!
    Ao ler ela, lembrei que havia um site que dava para gente mandar pra lá as nossas fantasias, ou contos, reais ou não, e eles faziam uma HQ com os contos dos internautas,alguem sabe qual é esse site? Nós temos alguns contos reais, de aventuras nossas, que adoraríamso ver em HQ...mas não lembramos qual é esse site...alguem aí conhece e dá a dica?
    Nosso mail é casaladoratrio@gmail.com

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  3. No meu caso não tem discussão. A Chris foi calibrada pelo seu ex patrão que era bem dotado. Foi amante dele por mais de 2 anos. Conclusão: quando casamos logo percebemos que meu pau não daria conta do fogo dela. Solução: o BeKão (que por sinal tem um verdadeiro pé de mesa), cuida da Chris na cama, enquanto eu fico apenas sendo o maridinho. Somos felizes assim.

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  4. Como é bom saber que existe gente que curte ser corno. Eu desconfio que minha mulher me trai e isso me faz ficar muito excitado. Como eu gostarisa de presenciar um chifre em mim.

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  5. >>> Eu sou de Ceilândia, Brasília-DF sou comedor de esposinhas sou comedor procuro casais. Adoro comer as esposinhas de meus amigos na frente deles. Adoro gozar dentro da boca das casadas e mandar o corno limpar tudinho. Tenho 34 anos, qualquer casal que curta entre em contato comigo. ricardaodf@hotmail.com ou (61) 9100-8848 Operadora claro.

    >> OBS.: Favor não fiquem mandando mensagens para o meu celular, se quiserem me liguem pois sou comedor de esposinhas e não mensageiro. Curto real sou comedor nato.

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  6. Sou comedor de esposinhas tenho 1.79 '20 cm de pica olhos azuis moreno atletico sou saudavel e tenho exames recentes para comprovar.tenho um esperma delicioso posso deixar o corno chupar junto com a esposa.meu email é chrismillen@hotmail.com.mandem fotos e serao retribuidos.

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